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Com os devidos cuidados, baterias duram muito mais

Com os devidos cuidados, baterias duram muito mais

 

A bateria tem a função de armazenar e fornecer energia para toda a parte elétrica do veículo. O componente dura, em média, de dois a quatro anos, mas isso varia de acordo com as condições do automóvel e com os cuidados que o motorista toma para não desperdiçar energia.

 

A equipe do Diário conversou com especialistas que deram dicas de como evitar o desperdício e colaborar com a vida útil do componente.

 

O primeiro passo é manter o sistema elétrico em ordem, realizando a manutenção preventiva periodicamente. “Podem instalar a bateria mais potente, mas se o veículo não passar por manutenção correta, não atingirá o limite da vida útil”, aponta Daniel Lovizaro, chefe de assistência técnica da divisão Automotive Aftermarket da Bosch Brasil.

 

Antonio Gaspar de Oliveira, do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo, explica que o alternador é peça-chave para o funcionamento da bateria. “É ele que gera e movimenta a energia e deve ser revisado”, explica.

 

Com o carro em ordem, agora são alguns hábitos do motorista que terão de mudar. Nada de uso excessivo de equipamentos eletrônicos, como rádio e DVD, quando o veículo estiver desligado. Ao ligar o automóvel, deixe faróis, luz de alerta, ar-condicionado, limpador de para-brisa e outros componentes desligados.

 

Preste atenção ao instalar qualquer componente elétrico não original ou que seja adaptado sem conhecimento técnico, o que pode sobrecarregar a bateria. Por isso também é necessário conferir a compatibilidade com a nova demanda elétrica. Raimundo Bacelar, gerente de engenharia de desenvolvimentos e pós-venda da Moura, fabricante de baterias, reforça que, nesse caso, além de aumentar a capacidade da bateria, também é preciso verificar a necessidade de ampliar a potência do altenador para o fornecimento de energia.

 

Não tente ressuscitar a bateria. Segundo Oliveira, “com a bateria não há meio termo; quando parar de funcionar, o jeito será comprar outra”. Bacelar orienta os proprietários a evitarem fazer ligações diretas entre os componentes, a famosa chupeta. “Isso só deve ser feito em casos extremos.”

 

O especialista lembra que o momento mais crítico é quando se liga o motor, pois a bateria sofre maior descarga elétrica. Por isso, deve-se evitar dar partidas com mais de cinco segundos. “Se o carro não funcionar, espere de 15 a 30 segundos para fazer outra tentativa.”

 

Modelo livre de manutenção

 

Segundo Raimundo Bacelar, gerente de engenharia de desenvolvimento e pós-venda da Moura, 100% dos veículos comerciais nacionais utilizam as baterias de chumbo-ácido.

 

Sendo assim, o mercado disponibiliza componentes que necessitam ou não de manutenção. De acordo com Bacelar, “a bateria livre de manutenção pode chegar no fim da vida útil ainda com energia, com nível de eletrólito para o mínimo de funcionamento”, explica.

 

Essas baterias contam com alto nível de tecnologia durante seu processo de produção e os materiais de qualidade garantem que haja economia dessa substância química até mesmo depois de descartada.

 

Tanta tecnologia facilita a vida do motorista. Antonio Gaspar de Oliveira, do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo, esclarece que as novas baterias proporcionam desempenho maior e “quando estão com energia e em boas condições de funcionamento, a luz verde se mantém acesa”. Assim, o consumidor monitora se necessita ou não trocar a peça.

 

Não jogue no lixo comum

 

Para evitar o descarte inadequado da bateria e de tantos outros itens que possuem substâncias químicas, os fabricantes são responsáveis pelo recolhimento e destinação correta desse tipo de lixo, de acordo com a Lei Nacional de Resíduos Sólidos.

 

Por isso, ao trocar a bateria, as empresas orientam os consumidores para que o componente seja entregue a oficinas especializadas ou revendedoras. Jamais devem ser descartados no lixo comum e muito menos em qualquer lugar. As substâncias químicas presentes na bateria não podem entrar em contato com o solo, o que causaria a contaminação da terra e até dos lençóis freáticos.

 

Segundo a Resolução 401 do Conselho Nacional de Meio Ambiente, todos os estabelecimentos que comercializam baterias automotivas devem receber o produto, independentemente da marca.

 

Fonte: DIÁRIO DO GRANDE ABC (SP) | Alexandre Calisto – Especial para o Diário

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